sábado, 25 de junho de 2011

Novidades

As novidades que temos para vos dar, são muito boas! O impacto deste trabalho de sensibilização e voluntariado na LAHDB proporcionou que mais pessoas sentissem a mesma vontade que nós sentimos em Setembro de 2010. E agora, o grupo conta com mais três membros: 
  • Joana Amorim
  • Miguel Menaia
  • Ismael Coelho
Todos eles, para além de terem sentido proximidade com o trabalho, pois eram já colegas de escola e acima disso pessoas que estão presentes no nosso dia-a-dia, tornou-se imperativo fazerem uma visita à LAHDB e reunir-mo-nos assim com o Presidente Dr. Vítor Bento Munhão. Assim, elaboraram um texto onde reflectiam tudo o que pensavam ou imaginavam perante esta oportunidade de prestar apoio ao doente oncológico. 

Agora, o grupo de cinco elementos, aumentou para sete! Assim, teremos mais mãos a trabalhar para a mesma finalidade. E mais projectos surgiram... 


Acompanhem-nos!

Resultados da Apresentação

Muito boa tarde a todos,

É com muita alegria que finalmente conseguimos ter alguma disponibilidade para escrever a todos os que nos acompanhem. Queremos informá-los dos resultados e novidades.

A apresentação que ocorreu no dia 8 deste mesmo mês, correu da melhor forma. Os familiares e alguns professores puderam assistir, e ficaram muito contentes e sensibilizados. O trabalho teve grande um grande impacto. E o grupo ficou muito feliz. Conseguimos ter uma óptima nota. Nota máxima, como tanto desejávamos. E agora, deixamo-vos aqui algumas fotografias da apresentação...




E agora, daremos as novidades..

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Apresentação final (Biblioteca Municipal do Barreiro)

Caros visitantes,

Temos andado com falta de tempo para colocar aqui informações. Pedimos desde já desculpa. 

O grupo tem andado a preparar a apresentação final do trabalho. Fica aqui um exemplar do convite que, aparte do convite preparado para todas as turmas da nossa escola, o grupo decidiu fazer: 

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Fotografias "Conferência 5 de Abril"

Caros visitantes, 

ficam aqui algumas fotografias para que possam ver um pouco do que se passou na nossa conferência! Esperemos que gostem!

Todos os membros da mesa de debate

Joana Farias na apresentação

Joana Santos na apresentação

O público também fez questões! (Professora Júlia)

Actrizes: Luísa Ortigoso e Simone de Oliveira


Obrigado mais uma vez a todos,
a quem nos apoio durante a conferência,
a quem passa regularmente no nosso blogue.

Mais noticias irão chegar...!

sábado, 9 de abril de 2011

Conferência 5 de Abril - Feedback

Caros visitantes, 

É com muita alegria e orgulho que vos dizemos que estamos muito felizes. A conferência superou todas as expectativas depositadas sobre a mesma. Correu tudo bem, a informação foi lançada e todos a compreenderam e acharam interessante. 
Para nossa surpresa, recebemos mais turmas do que estávamos à espera! Recebemos cursos profissionais e turmas de 11º ano, bem como algumas pessoas que surgiam de 10º ou até mais novos. 
Os convidados ficaram satisfeitos com o trabalho apresentado, e desde já agradecemos novamente a todas as pessoas que proporcionaram a execução desta conferência. Os professores, também demonstraram um interesse e felicidade muito grande perante tal acontecimento. Surgiram muitas perguntas, dúvidas e contámos com o apoio da Simone para relatar a sua própria experiência, servindo de exemplo para todas as pessoas que um dia possam passar por isso. Um exemplo de luta e força, um ser humano excepcional. 



Neste momento, esperamos tratar de toda a informação que passou na conferência, e tirar as notas finais relativamente à mesma. 

Um muito obrigado a todos! 

E não se esqueçam... o nosso trabalho contínua, surgiram novidades! 


Para qualquer dúvida, ou necessidade de informação, contactem o grupo. Estaremos ao dispor!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

É já amanhã!

Pois é caros seguidores do nosso blogue e do nosso trabalho, é já amanhã!!

 I Conferência Social da ESAS - "Sensibilização...E apoio"

As 10 horas, no ginásio da Escola Secundária Alfredo da Silva, dirigida a todos os alunos do 12º Ano da nossa Escola e respectivos professores.

Não faltes!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

1 mês depois

Olá Visitantes do nosso Blogue :)
Há imenso tempo que não vos damos notícias, mas temos andado muito ocupados com a preparação da Conferência.
Após algumas reuniões com a Directora da ESAS e depois de muitas tentativas de marcação de um dia para a realização da Conferência, conseguimos (finalmente!) marcá-la para o dia 5 de Abril, ás 10 horas. Será no Ginásio da nossa escola e terá como público-alvo todo o 12º ano.
Já temos finalizados os cartazes que vão anunciar o Conferência bem como o Power Point que apresentaremos na mesma.
Colocaremos aqui, assim que possível, as imagens dos cartazes.

Prometemos não ficar tanto tempo sem dar notícias!

Até à próxima.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Produtos

Numa das reuniões do grupo na Liga dos Amigos do Hospital Distrital do Barreiro, onde também estavam presentes os elementos do outro grupo de estagiários, foram-nos mostrados alguns produtos que as mulheres mastectomizadas poderão ter de usufruir: perucas, soutiens para próteses, soutiens de compressão, próteses mamárias e mangas elásticas.
Enquanto mostravam esses produtos, foi-nos também pedido para que pensássemos nas razões que poderiam levar as mulheres mastectomizadas a não adquirirem esses produtos.
As razões mais fortes por nós encontradas foram: o elevado preço dos produtos, a fraca qualidade dos mesmos, o carência de sítios onde os adquirir e a vergonha da mulher.
Abaixo encontram-se as reflexões feitas pelos membros do grupo.


Joana Farias

Vivemos num mundo onde não existem facilidades para nenhum ser humano que realmente precise de apoios e ajudas, e neste sentido refiro-me a pessoas com necessidades báscias como as mulheres mastectomizadas. Estas mulheres precisam de coisas básicas para o seu dia a dia: proteses, soutiens, etc. Mas será que as lojas onde se encontram estes produtos são todas de qualidade? Será que os preços são acessiveis a estas mulheres? A resposta para ambas as perguntas é negativa. As dificuldades que estas mulheres sentem relativamente à qualidade e preços de tais produtos são enormes, e por essa razão obrigam-se a andar com materiais "menos bons" em vez de puderem usufruir de bons materiais.
Esta situação aumenta a sua preocupação e vergonha, se estas mulheres já se sentiam envergonhadas na rua ou até mesmo em casa com familiares ou com o seu conjuge, pior é tendo poucas condições devido aos elevados preços.
É preciso arranjar um meio termo, um suporte para estas necessidades que para uns não são nada, mas para estas mulheres representam tudo.

Joana Santos

Na minha opinião, as razões que levam as mulheres mastectomizadas a não procurarem tanto esses apoios são, essencialmente a vergonha, o elevado custo dos produtos e a falta de locais para os adquirir.
Ao longo deste trabalho, aprendemos que uma mulher mastectomizada fica destituída de toda a sua feminilidade. Toda a sua auto-estima, se não tiver apoio suficiente, desaparece. Ora, desta forma, pedir ajuda, dirigir-se a uma loja onde comprar estes produtos, é, para a mulher, admitir que precisa de ajuda, admitir o seu problema, admitir que não tem mama, admitir que ficou sem o seu cabelo ao longo de todos os tratamentos a que foi sujeita. Sentirá vergonha e não irá adquirir os produtos de que tanto necessita.
O elevado custo dos produtos também constitui um grande problema. Os soutiens para as próteses podem ir muito acima dos 100€ , as próteses mamárias também atingem valores exorbitantes, as perucas podem ir muito acima dos 1000€. Em tempos de crise, como aqueles que actualmente vivemos, em que os ordenados muitas vezes não ultrapassam os 800€, em que os tratamentos para este tipo de doenças têm valores altíssimos são poucas as pessoas que podem realmente adquirir estes produtos. As que não possuem dinheiro suficiente, têm de recorrer a empréstimos bancários, por exemplo, o que agrava ainda mais a situação. Há ainda muitas empresas que se aproveitam do desespero das mulheres para terem qualidade de vida e, como sabem que estas mulheres fazem qualquer coisa para poderem ter estes produtos, vendem a preços elevadíssimos produtos de fraca qualidade. Quem fica a ganhar não são as mulheres mas sim a conta bancária destas empresas.
Penso que as mulheres não merecem esta tão fraca ajuda. Por um lado, uma mulher não deve sentir vergonha de adquirir estes produtos, pois é através deles que poderá sentir-se mais mulher e ultrapassar toda esta problemática da melhor forma mas, por outro, também ninguém se deve aproveitar destas mulheres criando uma especulação em torno do preço dos produtos. É necessário garantir um melhor acesso à compra destes produtos, ajudar a mulher a sentir-se mais à vontade a comprá-los. É necessária também uma maior verificação da qualidade destes produtos em relação ao preço e cabe-nos a nós fazer algo que, por mais pequeno que seja, possa mudar alguma coisa, nem que seja a mentalidade.

Susana Marques
Vivemos num mundo ganancioso, onde as próprias mulheres que tiveram de passar pelo cancro, são, quase que, obrigadas a comprar produtos de fraca qualidade por preços muito acima do seu valor real, para que as lojas possam ter mais 100% de lucro, exemplo disso, são as perucas que chegam a custar 200/300 € quando podiam custar apenas 70€ e serem de muito melhor qualidade. Sendo que a qualidade não tem de passar obrigatoriamente pelo facto de ser cabelo sintético ou não, mas sim pelo facto de ser feita directamente para o cliente e que sirvam o seu propósito, ou seja, dar a ideia de ser cabelo natural, pelo tempo que for necessário. Há que ter em conta que estas perucas são utilizadas pela maior parte das doentes oncológicas depois da quimioterapia, já que este tratamento provoca queda de cabelo, ou seja numa fase em que estão extremamente vulneráveis.
É também necessário criar lugares especializados para que as mulheres comprem os produtos que precisam, por exemplo, para a mulher mastectomizada, as próteses que devem ser sustentadas por soutiens especializados. É essencial minimizar o sentimento de vergonha que as mulheres sentem ao irem comprar o que necessitam para que sua auto-estima lhe seja restituída, ou mesmo para que os efeitos da cirurgia sejam minimizados.
Assim sendo, há que encarar o problema de frente e deixar de lado a ganância, só assim será possível dar o apoio necessário às pessoas que sofrem de uma doença que ataca grande parte da população do nosso mundo.

Tânia Albuquerque
Uma mastectomia é um processo muito delicado e que mexe muito com a mulher. Assim, todo o tipo de acessórios que a possam ajudar na sua recuperação são necessários e muito importantes. Exemplo disso são as perucas e os sutiens.
Foram-nos mostrados alguns exemplares tanto de sutiens como de perucas.
Seja por preconceito ou não, é comum a maior parte das pessoas olharem para alguém que, por exemplo, não tem cabelo de uma maneira diferente. Esta, que já se encontra fragilizada pela doença, ainda se vai sentir pior com os olhares das pessoas. Deste modo as perucas são um acessório que a vai ajudar, dando-lhe mais confiança. Existem no mercado (e como nos foi mostrado) perucas que aparentam ser cabelo real, outras nem tanto, mas de qualquer maneira são uma ajuda para a mulher. Com os sutiens passa-se a mesma coisa. São de uma importância incalculável para quem nunca passou por tal processo. Mas calculo que sejam de uma importância quase vital uma vez que são as mamas da mulher uma das suas maiores marcas de feminilidade. Estes vão ajuda-la a sentir-se o mais confortável possível. O problema destes acessórios passa por varias razões, como os poucos sítios onde podem ser adquiridos, a vergonha que a mulher sente em precisar de comprá-los e o elevado preço. Estes acessórios são extremamente caros, embora o fabrico dos mesmos seja barato e é difícil para a mulher suportar tais custos. Acho, portanto necessário não só a existência de mais locais onde as mulheres possam adquirir produtos de qualidade como também que os preços diminuíssem.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Olá a todos!

Esperamos que o ano tenha começado bem e pedimos desde já desculpas por só agora vos trazemos noticias, mas temos andado um pouco atarefados.
Este período vamos ter várias actividades, nomeadamente uma acção de sensibilização e uma palestra, ambas sobre o Cancro da Mama e sobre as Mulheres Mastectomizadas. A palestra poderá vir a ter convidados especiais, mas ainda não vamos revelar quem são para vos deixar na expectativa e para vos fazer ficar atentos aos próximos posts. Preparem-se :)

Cumprimentos e continuação de Bom Ano.
 Aguardamos perguntas, sugestões ou críticas.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mensagens de Natal

Decidimos deixar as nossas mensagens pessoais de Natal disponíveis no nosso blogue. Leiam e reflictam. É uma óptima altura para tomarem essa atitude. FELIZ NATAL 

Quando penso no Natal imagino uma época do ano em que o espírito de ajuda, harmonia, paz e amor se soltam mas, no entanto, é pena que quando olhamos para a realidade dos dias que hoje vivemos não seja essa mesma realidade que se veja. Tenho realmente pena que o Natal se tenha transformado numa época excessivamente consumista e é ainda com mais pena que olho e reparo que os ideais a que outras gerações mais antigas davam prioridade como aqueles que referi no inicio tenha sido posto um bocado de lado. Pensem nisto e mudem a vossa maneira de pensar. Feliz Natal!
Carlos Silva

O Natal nos dias de hoje, é infelizmente uma época consumista acima de tudo. As pessoas deixam de dar o devido valor à família, focando-se nas prendas que dão uns aos outros. E isso está errado. Esta época de consumismo devia passar a uma época de entreajuda. Devíamos ser solidários e apoiar quem mais necessita. Não só nestas alturas, mas sobretudo, e já que esta altura é propicia a isso, apoiem as pessoas carenciadas. Façam como nós, que estamos a estagiar na LAHDB e ajudem!
Joana Farias

A magia do Natal perdeu-se, é um facto. A festa da família deixou de ser a festa da família para passar a ser a festa "vamos-às-compras-que-todos-querem-prendas". Toda a gente sente uma obrigação enorme de oferecer um bem material à mãe, ao tio, ao primo, ao vizinho e se não têm dinheiro para o fazer ficam mal consigo próprios, envergonhados. Peço-vos que pensem se é este Natal consumista que deve ser valorizado ou se não é muito mais importante louvar o verdadeiro Natal - o do dar e o do receber amor, carinho, compreensão, entre-ajuda. Façam algo que tenha realmente valor, não corram para o centro comercial nem gastem dinheiro em coisas que no dia 26 de manhã já estão esquecidas. Procurem antes ajudar quem mais precisa! Feliz Natal.
Joana Santos


O espírito natalício tem vindo a estar ligado não à ajuda ou à solidariedade, mas sim ao consumismo. Felizmente ainda há quem se lembre de que existem pessoas que não têm possibilidades de passar um Natal em família e queira de qualquer forma ajudar e na minha opinião ganhamos muito mais do que com qualquer prenda material que possamos dar ou receber. Não percam a verdadeira essência do Natal, ajudem! Antes, durante e depois da chamada Época Natalícia; afinal de contas Natal é quando o Homem quer, e se o Homem quiser pode ser todos os dias.
Tânia Albuquerque

É nesta época que as pessoas mais estão dispostas a ajudar e fazer voluntariado, no entanto, esquecem-se que quem precisa de ajuda no Natal também precisa no resto do ano. Porém, um principio pode ser o que o nosso grupo está a fazer - voluntariado graças à disciplina de Área de Projecto. Talvez outras pessoas continuem a ajudar quem mais precisa depois da época natalícia.
Deixo aqui o meu apelo.
Um Feliz Natal cheio daquilo que mais desejam e um óptimo Ano Novo!
Susana Marques

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Balanço do 1º Período

Com a aproximação do final do ano lectivo, chegou a altura de fazermos um pequeno balanço de tudo o que já foi realizado até agora.
No início não tínhamos noção de que este trabalho seria tão exigente como está a ser, embora este "exigente" seja num bom sentido pois o que fazemos fazemos por gosto e, no fim, todas as manhãs que acordamos cedo, todas as tardes em que ficamos a trabalhar na LAHDB, todas as noites que perdemos trabalhando em conjunto na Internet, trocando impressões sobre todas as actividades que temos vindo a realizar e idealizando novas actividades, acabam por ser recompensadas com a gratificação que este trabalho nos dá. É bom sentirmo-nos úteis, abordando temáticas como o cancro, mostrando a todos os que nos rodeiam como é importante ajudar quem precisa. Este trabalho tem-nos aberto horizontes, tem-nos tornado muito mais adultos e responsáveis e acabamos por nos surpreender a nós próprios por estarmos a desenvolve-lo.
Assim, continuamos muito empenhados e entusiasmados com o mesmo e esperamos que tudo corra pelo melhor, no segundo período, como tem corrido até aqui.
Mas não pensem que, lá por estarmos de férias, vamos parar. Não, nada disso!Durante o período do Natal continuaremos a visitar a LAHDB e tentaremos desenvolver o nosso trabalho teórico onde falaremos da instituição, da temática do cancro da mama e onde apresentaremos o nosso projecto prático.

Aguardem mais novidades!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Apresentação dos Trabalhos

Olá visitantes do Blogue!

Ontem foi a nossa apresentação dos trabalhos em PowerPoint à turma. Estávamos bastante ansiosos para ver como esta iria reagir, se ficariam interessados, sensibilizados, se colocariam questões, etc.
Na nossa opinião, a apresentação correu muito bem, superando, assim, as nossas expectativas. Todo o grupo participou sem qualquer problema, o que mostra a nossa preparação prévia.
A turma demonstrou muito interesse para com a temática, colocando muita questões, como por exemplo:
- Como posso começar a fazer voluntariado?
- Como tiveram conhecimento da Liga dos Amigos do Hospital Distrital do Barreiro?
- Que tipo de actividades desenvolve a LAHDB?
- O que sentiram quando tiveram de contactar a realidade do cancro da mama e com a mastectomia?
- Entre outras...
Aguardamos a avaliação do trabalho, esperando que todo o nosso empenho e dedicação com o mesmo seja reconhecido.

Até à próxima!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Os nossos inquéritos

nPegámos numa pequena amostra de alunos do ensino secundário da escola Alfredo da Silva (duas turmas de cada um dos três anos) e colocamos-lhes algumas questões como:
n
  • 1)Já fizeste voluntariado?
  • 2)Achas o voluntariado importante?
  • 3)Enumeração por ordem de importância as seguintes áreas: geral, pediatria, idosos, bombeiros, INEM e instituições.
4)
Chegamos às seguintes conclusões...
 
O gráfico 1 mostra-nos uma % de respostas positivas baixas. De qualquer das formas é no 12º ano que os alunos participaram mais nesta área. O local onde mais o fizeram foi no Banco alimentar. Outros locais onde o fizeram foram, por exemplo: caritas, SOS bicharada, lar de idosos, canil, etc.
 
ø
O gráfico 2 mostra precisamente o inverso, como era esperado. Porém os alunos tinham conhecimento de locais onde se poderia fazer voluntariado como: bombeiros, comunidade zoófila, caritas, lares, hospital, aquário Vasco da gama, etc. 


nAlgumas justificações para o voluntariado ser importante: n
  • 1.Ajudar os mais necessitados a ter uma vida melhor;
  • 2.É uma forma de dar-mos um pouco de nós a quem precisa;
  • 3.Ajudar as pessoas a ter uma comunidade melhor;
  • 4.Faz-nos sentir pessoas melhores;
  • 5.Proporcionamos a alguém um momento melhor;
  • 6.Aprendermos que existe quem precise muito mais de ajuda;
  • 7.É importante/bom ajudar;
  • 8.Amadurecermos e obtermos novas experiências;
  • 9.Ao ajudarmos os outros sem receber nada em troca, ajuda-nos a ser humildes;
  • 10.Dá-nos uma perspectiva de vida diferente;
  • 11.Solidariedade. 
  •  
     Enumeração por ordem de importância as seguintes áreas: geral, pediatria, idosos, bombeiros, INEM e instituições. 
    Nota: os valores na lateral são apenas simbólicos. A hipótese a verde (bombeiros) nunca atingiu uma maioria. Daí estar representada como zero. O INEM ficou em primeiro lugar, sendo essa a primeira escolha da maioria dos alunos. 

    Até ao próximo post!

    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    Dia do voluntariado - 5 de Dezembro

    Como informamos no post anterior, dia 5 de Dezembro é o dia do voluntariado.E não queríamos deixar passar esse dia sem o assinalar. Para isso o nosso grupo decidiu recolher um conjunto de pequenas informações referentes ao voluntariado e espalhar pela escola de modo a que suscitasse a atenção dos alunos e professores.

    Podemos concluir desde já que conseguimos cativar a atenção de várias pessoas. Professores mostraram-se interessados e observamos que até mesmo alguns alunos paravam para ler. 

    Deixamos então algumas fotografias do que conseguimos fazer para assinalar este dia, bem como algumas informações que estavam lá colocadas: 
                                                                                  
     
    O que é o voluntariado?

    É o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

    O que é um voluntário?

    É o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar acções de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.

     
    DIREITOS DOS VOLUNTÁRIOS:

    ·      Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;

    ·      Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;

    ·      Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;

    ·      Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;

    ·      Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;

    ·    Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.

           ·    Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

    A 5 de Dezembro comemora-se o Dia Internacional do Voluntariado.
    O ano internacional do voluntariado foi criado em 1985 pela Assembleia Geral das Nações Unidas com o objectivo de apoiar grupos dedicados a acções voluntárias em diversas categorias sociais.
    2011 será o ano internacional do voluntariado.

    E foi assim que assinalamos o dia do voluntariado!
    Deixem as vossas opiniões, 
    Até ao próximo post.

    Últimas semanas de aulas...

    Após algum tempo sem actualizar, regressamos com novidades!
    Actividades a decorrer: 
    • O tratamento dos inquéritos. Já finalizamos e está pronto para ser colocado no nosso blogue, convidamos desde já a passarem por cá durante o fim-de-semana para saber o que os alunos do agrupamento de escolas Alfredo da Silva pensam acerca do voluntariado;  
    • Preparamos cartazes e espalhamos por toda a escola, relembrando que dia 5 deste mês é o dia do voluntariado. Iremos colocar fotografias e informação acerca desse dia no nosso blogue.
    Acompanhem-nos e Bom fim-de-semana!

    sexta-feira, 26 de novembro de 2010

    Opinião pessoal: Tânia Albuquerque

    Esta é a primeira vez que faço voluntariado.
    Sempre achei que fosse algo que toda a gente deveria fazer nem que fosse uma vez na vida, e através de amigas que já fizeram, continuei a pensar que seria uma experiência enriquecedora. Hoje sou eu que estou nessa posição, hoje sou eu que tenho a possibilidade e mais importante que isso, a vontade de o fazer, de ajudar alguém que precisa. O Voluntariado é das experiências mais nobres e enriquecedoras, que na minha opinião, se pode ter. Ajudar alguém sem esperar nenhum retorno monetário é algo para o qual nem toda a gente está disponível; Mas o que não se ganha em géneros ganha-se em experiência de vida. Ao fazer voluntariado vamos estar mais próximos de realidades sobre as quais talvez nunca tenhamos pensado muito, o que nós vai fazer olhar o mundo e as pessoas de outra forma.
    No inicio do nosso projecto tínhamos pensado em ajudar crianças e idosos mas a reunião com o Director do LAHDB fez-nos perceber que existem muitas mais pessoas que necessitam de ajuda. Posto isto ficou decidido que o tema que iríamos trabalhar seria a Mastectomia. Ligado a este tema foi-nos pedido que reflectíssemos sobre o que uma mulher mastectomizada poderá sentir. Inexistência foi uma das palavras. Após ser feita uma pesquisa e consequente reflexão percebi que uma mulher mastectomizada , se não tiver as ajudas necessárias quer a nível psicológico quer a nível pratico, se vai sentir inexistente. Vai sentir que ao perder uma mama deixa de ser mulher; É importante que as mulheres deixem de se sentir inexistentes, com vergonha, é importante que as mulheres sejam valorizadas para que possam ultrapassar da melhor maneira o que lhes aconteceu.

    A ideia de fazer voluntariado por si só agradou-me logo desde o inicio, e agora que estamos a tratar um tema como este ainda me sinto mais entusiasmada, com mais vontade de continuar. Acho cada vez mais o voluntariado uma experiência fantástica que toda a gente deveria ter. E vocês, já alguma vez fizeram ou tiveram vontade de o fazer? 

    Tânia Albuquerque

    domingo, 21 de novembro de 2010

    Opinião pessoal: Joana Farias

    Inicialmente o nosso trabalho estava direccionado para o voluntariado na ala pediátrica do Hospital Distrital do Barreiro. Porém, após as conversas que tivemos com o Director da LAHDB o nosso trabalho mudou de temática, para a área da mastectomia.
    Não são apenas as crianças ou os idosos que necessitam da nossa ajuda. As mulheres mastectomizadas precisam de igual forma de todas as ajudas possíveis. Assim, o nosso trabalho tornou-se muito mais interessante, com maiores e melhores objectivos. Pretendemos ajudar ao máximo as mulheres mastectomizadas. Queremos facilitar o dia-a-dia destas mulheres e mesmo que seja pouco o que temos para dar, para cada uma destas mulheres irá significar bastante. Isto foi algo que aprendi - o pouco que conseguimos dar, já é bastante.
    Concluo então que o voluntariado é muito mais importante do que alguma vez pensei. Cada um de nós pode fazer a diferença e lutar por pequenas coisas, que todas juntas se tornam numa grande ajuda, em qualquer uma das áreas em que se possa fazer voluntariado.
    Para além disto, foi-nos atribuída uma palavra sobre a qual tivemos de reflectir. A minha é a insegurança.
    A insegurança sentida pela mulher pode ser devastadora. Os sentimentos que são despertados através do diagnóstico recebido são perturbadores e a mulher pode ficar insegura, pois a remoção da mama retira-lhe o que sente referentemente à sua feminilidade, ao que sente em relação a ser Mulher. A sua auto-estima desce ou simplesmente desaparece. A preocupação estética e as relações do seu dia-a-dia são afectadas. Caso exista relação conjugal, também pode sofrer com a insegurança sentida pela mulher. A mulher tende em “esconder-se” do seu cônjuge, com vergonha do seu corpo, surgem-lhe dúvidas, como por exemplo: pôr em questão se o seu cônjuge ainda se sentirá atraído pela mesma; se terá perdido de todo a sua feminilidade ou simplesmente uma dúvida banal colocando em causa se as pessoas irão reparar que ela já não tem algo, neste caso a mama. Apesar da reposição, penso que existam muitas mulheres, senão a maioria ,que sentem tamanha pressão. A insegurança é sentida diariamente, precisando do apoio dos amigos e familiares para ajudá-la e mostrar-lhe que não deixou de ser mulher simplesmente pela perda da mama.

    Até ao próximo post.

    Joana Farias.

    Opinião pessoal: Joana Santos

    Esta é a primeira vez que faço voluntariado. Sempre tive uma enorme curiosidade mas nunca surgiu oportunidade para tal e, no verão, comecei logo a pensar que, no 12º ano, um trabalho possível seria fazer voluntariado em algo relacionado com crianças. Foi daí que surgiu a nossa ideia. Para mim, fazer voluntariado, ajudar os outros de livre e expontânea vontade é um acto que demonstra a bondade de um ser humano. Faz-me sentir bem comigo mesma saber que posso ser útil de alguma maneira, na vida de alguém, não recebendo nada material em troca mas sim o bem-estar da outra pessoa, sorrisos e felicidade.
    Estou muito entusiasmada com o nosso trabalho, mesmo que este se tenha afastado um pouco da nossa primeira ideia. É importante inovar, sem dúvida porque não são só as crianças que precisam da nossa ajuda. Tudo isto me tem aberto um pouco os meus horizontes para outras problemáticas.
    Este tipo de trabalho faz-nos reflectir bastante, obriga-nos a ver a nossa própria vida doutras prespectivas para que possamos saber como ajudar os outros. Uma das reflexões que tive de fazer foi acerca da palavra "valorizar", valorizar uma mulher com cancro da mama, valorizar uma mulher mastectomizada.
    Desta forma, e após algumas pesquisas, concluí que uma mulher mastectomizada sente-se mal consigo própria, envergonhada. A sua auto-estima descresce significativamente o que lhe pode trazer complicações sobretudo a nível psicológico, podendo mesmo levar ao suícidio. Mas estes problemas podem ser minimizados quando o contextor familia da mulher a apoia. Ela precisa de se sentir valorizada. Precisa de sentir que todos continuam a gostar dela por aquilo que ela é e não por aquilo que ela tem ou não. É importante que os outros a façam sentir bonita, capaz de ser feliz e de fazer os outros felizes. O parceiro, se existir, é quem mais a pode ajudar pois é quem mais tem contacto, a seguir à própria mulher, com o corpo dela por isso deve dar-lhe apoio, mostrar-se compreensível e nunca agir com repulsa ou desvalorizá-la. Deste modo a mulher poderá sentir-se com força para continuar a sua vida e nunca baixar os braços.
    Quero continuar com este trabalho, apesar de exigir muito de nós, porque acho que nos vai fazer crescer muito como pessoas e irá valorizar-nos muito no nosso futuro, para além de que, iremos estar a ajudar muitas pessoas.

    PS: Peço-vos que nos deixem a vossa opinião de forma sincera, evitando as brincadeiras e comentários menos positivos, contando-nos as vossas experiências (podem fazê-lo de forma anónima) pois, dessa forma estarão a ajudar-nos imenso.

    Até à próxima.

    Joana Santos

    Opinião pessoal: Carlos Silva

    Eu já tinha tido experiências de voluntariado antes desta a que nos propusemos agora . Mas, das outras vezes que fiz voluntariado, foi em algumas campanhas para o banco alimentar nas quais contínuo a participar com alguma regularidade.
    Esta nova experiência de voluntariado, que ao inicio era para ser na ala da pediatria do Hospital do Barreiro depois da primeira reunião com o presidente da LAHBD alterou-se para algo diferente. Ficámos então com a parte das mulheres mastectomizadas. Esta é uma experiência completamente nova para mim e como tal estou empenhado e empolgado para dar o meu melhor e ajudar quem mais precisa
    Depois da conversa com o presidente da LAHBD cada elemento do meu grupo de voluntariado ficou com uma palavra alusiva ao tema. A minha palavra é "compreensão". Fiz então uma pesquisa acerca desta palavra e redigi um texto onde me apercebi que a compreensão é, de facto, umas das maiores chaves para o possível bem-estar de um doente mastectomizado. Para estas pessoas ter alguém que as ouve e que as compreende e lhes dá força é um passo bastante importante para estes se sentirem com força para lutar contra a doença e para seguir em frente.

    Opinião pessoal: Susana Marques

    Esta é a minha primeira experiência a fazer voluntariado.
    O que começou com a ideia de ajudar as crianças da ala pediátrica, transformou-se, em algo que na altura nem era possível imaginar. Depois da minha primeira reunião com o presidente da LAHBD ficou decidido que o nosso tema seria o cancro da mama, mais precisamente, as mulheres mastectomizadas.
    Nessa mesma reunião cada elemento do grupo ficou com uma palavra. No meu caso, escolhi a vergonha. Esta palavra refere-se ao que a mulher sente quando o peito lhe é retirado. Para quem não percebe o porquê da vergonha, basta imaginar o que é, ao irem à praia, não poderem usar biquíni ou mesmo um fato de banho, porque não têm peito/mamas. Esta é uma das principais razões que me levou a escolher esta palavra, acho horrível que em algum momento das nossas vidas sejamos escravas da vergonha. É urgente acabar com este problema.

    Cada uma de nós teve que fazer um texto sobre essa palavra, aqui está parte do meu:

    “O peito é, para a mulher, aquilo que a faz sentir-se como tal. Com a mastectomia, a mulher poderá mesmo chegar a perder o peito por completo, assim surge a vergonha. A vergonha de sair a rua, de ir à praia, de vestir certas roupa, de interagir com outras pessoas, principalmente com as que mais ama. A mulher tem vergonha do seu corpo, dela própria. A vergonha, em alguns casos, é tão grande que a leva ao suicídio. Quem não morre da doença, pode morrer da cura. (…). Mas esta vergonha pode ser ultrapassada com o devido apoio e ajuda. Também as próteses assim como os soutiens que as sustêm desempenham um papel fundamental na resolução do problema, mas são demasiado caros. Assim, existem mulheres que continuam escravas da sua vergonha e têm medo de se olhar espelho, devido à burocracia. Sem dúvida, que os implantes mamários seriam a melhor opção para resolver o problema, mas estes são tão caros que a maior parte das mulheres nem “sonham” em recorrer a eles.”

    Como já devem ter percebido este problema afecta maioritariamente as mulheres, apesar de também haver homens que sofrem de cancro da mama. Os números são estes:

    Novos casos novos por ano: 150 000
    Mortes por ano: 44 000

    «O cancro da mama é o cancro mais comum nas mulheres americanas, sendo responsável por 27% dos casos de cancro das mulheres, e a sua incidência está a crescer gradualmente. A incidência nas mulheres de raça branca é um pouco maior do que nas mulheres de raça negra. Nas partes do mundo onde a incidência de cancro da mama é alta, como nos EUA, Canadá, Europa Ocidental e Austrália, o risco maior verifica-se aos 65 anos.» Fonte

    Deixo-vos aqui algumas questões para reflectirem e espero encontrar as vossas respostas nos comentários. Não tenham vergonha.

    Já alguma vez fizeram voluntariado?
    Já tiveram algum familiar ou amigo com este problema?

    Contem-nos a vossa experiência.

    Até à próxima.

    Susana Marques